Mostrando postagens com marcador biodiversidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador biodiversidade. Mostrar todas as postagens

domingo, 31 de maio de 2020

A FLORESTA AMAZÔNICA PODE VIRAR CERRADO

Estamos brincando de roleta russa com a Floresta Amazônica

O Instituto ClimaInfo divulgou, em em 28/02/2020, matéria com dados e previsões a respeito da Amazônia, onde informa que:

"A ciência entende que a Floresta Amazônica corre sério risco de ter parte importante de sua área se transformando em um grande cerrado.
A transformação impactará o clima da América do Sul e, também, do hemisfério. As árvores da Floresta Amazônica compõem um sistema de transporte de água do Atlântico até os Andes. A água cai sob forma de chuva em um ponto e volta para atmosfera pela evapotranspiração das árvores em um ciclo que chega a se repetir seis vezes até alcançar os Andes. O desmatamento e a degradação da floresta reduz o número de árvores e, portanto, reduz o volume de água transportada. Com menos água, perde-se biodiversidade, perde-se a altura das copas em um processo autoalimentado. O que a ciência não sabe é a velocidade do processo e quando ele começa para valer. Esta é a ideia por trás dos “tipping points”, os pontos sem volta, objeto de um artigo que acaba de sair na Nature.
O físico Paulo Artaxo escreve em sua página no Facebook: “Onde estará o “ponto de não retorno” da Amazônia? 30% de desmatamento? 40%? 4 graus de aquecimento? 30% menos de chuva? A resposta a esta pergunta é complexa, mas crítica para o planeta. Quais políticas públicas podem impedir que isso aconteça, com graves consequências ao Brasil e ao Planeta?”. Artaxo alerta: “TODOS dependem criticamente de uma rápida redução de queima de combustíveis fósseis, e da adoção de padrões globais de consumo sustentáveis. Mesmo para o establishment, é claro que isso é necessário. Mas eles estão tentando tirar o máximo de lucro do planeta e de nós, o mais rápido possível e até onde der. A ciência avisa: Não temos muito tempo. Tem que ser já, hoje.”
O título desta nota veio do mesmo artigo, de uma fala do ecologista Paulo Brando, da Universidade da Califórnia em Irvine. Brando explica que não se coloca em dúvida a ameaça de um processo de savanização e que, por não saber onde está a bala, estamos jogando uma roleta russa ambiental com a floresta."

ClimaInfo, 28 de fevereiro de 2020.

quarta-feira, 13 de maio de 2020

ESPÉCIES EM EXTINÇÃO

Sexta extinção em massa na Terra ameaça mais de meio milhão de espécies

 
A revista IHU publicou, em 26/04/2019, uma reportagem sobre o relatório da Plataforma Intergovernamental Científico-normativa sobre Biodiversidade e Serviços dos Ecossistemas (IPBES), alertando sobre as ameaças aos ecossistemas da Terra e a extinção de espécies.
O texto diz:
"Como frear a destruição da natureza? Governos e cientistas se reunirão na próxima semana, em Paris, para alertar sobre o estado dos ecossistemas do planeta, golpeados pela ação do homem.
A reportagem é publicada por Clarín, 25-04-2019. A tradução é do Cepat.
Esta avaliação mundial é a primeira em quase 15 anos: 150 especialistas de 50 países trabalharam durante três anos, reunindo milhares de estudos sobre biodiversidade.
Seu relatório, de 1.800 páginas, será submetido, a partir de segunda-feira, aos 130 Estados membros da Plataforma Intergovernamental Científico-normativa sobre Biodiversidade e Serviços dos Ecossistemas (IPBES), que discutirão ponto por ponto."

Veja mais em Revista IHU on line.

 

A AMEAÇA DO AQUECIMENTO GLOBAL

O aquecimento global atual é 10 vezes mais rápido do que os eventos anteriores.


A revista IHU divulgou em 21/04/2020, artigo de José Eustáquio Diniz Alves sobre o aquecimento global.
O artigo também foi publicado por EcoDebate, em 20/04/2020.
"A biodiversidade da Terra está ameaçada. Como disse o famoso jornalista e ambientalista David Attenborough: “os humanos são uma praga na Terra”", escreve José Eustáquio Diniz Alves, doutor em demografia e professor titular do mestrado e doutorado em População, Território e Estatísticas Públicas da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE, em artigo publicado por EcoDebate, 20-04-2020.
“Há 10.000 anos os seres humanos e seus animais representavam menos de um décimo de um por cento da biomassa dos vertebrados da terra. Agora, eles são 97 por cento” - Ron Patterson (maio de 2014).

O ritmo de avanço do aquecimento global atual é um fenômeno nunca visto na história geológica da Terra e supera os eventos semelhantes que aconteceram na história. O Planeta já passou por outros momentos de extinção em massa provocado pelo calor excessivo, mas nunca uma ameaça existencial ocorreu de forma tão veloz.
Veja o artigo em Revista IHU on line.

BIODIVERSIDADE DO PANTANAL

National Geographic: Pantanal é a maior estrela da biodiversidade da América do Sul

 

A ONG Ecoa - Ecologia e Ação divulgou em 22/06/2016 uma publicação da National Geographic sobre a biodiversidade do Pantanal:
"Em uma publicação em inglês da National Geographic, Avery Stonich afirma que a floresta amazônica pode receber toda a atenção, mas quando se trata de animais selvagens, a maior estrela da biodiversidade na América do Sul é o Pantanal.
Ele afirma que as áreas alagadas do Pantanal são o lar de uma variedade impressionante de vida."

sábado, 2 de maio de 2020

HORA DE SALVARMOS O PLANETA

Momento de curar enfermos e salvar o planeta

 

 ClimaInfo de 29/04/2020 publicou declaração do secretário-geral da ONU, António Guterres, em um artigo no New York Times:
“Neste momento, em todos os continentes e em todos os mares, a disrupção climática está se tornando o novo normal. A ação humana também está levando a graves perdas de biodiversidade, mudando a interação animal-humana e distorcendo os processos dos ecossistemas que regulam a saúde do planeta e controlam muitos serviços dos quais os seres humanos dependem. A ciência está gritando que estamos perto de ficar sem tempo – [estamos nos] aproximando de um ponto sem volta para a saúde humana, que depende da saúde do planeta”, diz o secretário-geral da ONU, António Guterres, em um artigo no New York Times.
Guterres chama os países para estreitar a cooperação internacional e avisa que “uma recuperação da crise do coronavírus não deve nos levar apenas de volta ao ponto onde estávamos no verão passado. É uma oportunidade de construir economias e sociedades mais sustentáveis e inclusivas – um mundo mais resiliente e próspero.”
 
Veja em ClimaInfo.

ClimaInfo, 29 de abril de 2020.